Olhares que se imaginam e se registam. Únicos no momento. Distantes no tempo. Um ângulo sempre imperfeito de ver.
08 janeiro 2008
Na casa do barco para que a memória do gasoleiro não se perca amanhã...
Treze ângulos imperfeitos do barco, e do carpinteiro, e do calafate, e das mãos que fazem o barco, e dos saberes. Saber ser, saber fazer. O saber saber… Para que a memória perdure…
4 comentários:
que maravilhosa arte,
que engenho!
senti o cheiro da madeira, õão!
linda a sequência...
abraço
luísa
Beijo fantasma.
mestre mesmo... e boas fotos
gostei!
beijo
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