Olhares que se imaginam e se registam. Únicos no momento. Distantes no tempo. Um ângulo sempre imperfeito de ver.
25 Setembro 2008
Barcos em madeira...
Sete ângulos imperfeitos de barcos construídos em madeira, o que resta deles, despidos de histórias. De sobrevivência. De fome. De abundância. De dor sofrida. E alegrias, muitas ao longo dos tempos nos mares do Algarve.
Poderão estar despidos de sobrevivência mas nunca o estarão de histórias…das de dor sofrida e das de alegria vencida, como nós. Será que alguém fotografará o nosso fim?
Faz-me impressão ver um barco partido, ou o que resta de um barco. Da mesma forma me faz impressão ver uma casa esventrada, a ser derrubada. Parece que houve vidas que terminaram ali...
5 comentários:
Poderão estar despidos de sobrevivência mas nunca o estarão de histórias…das de dor sofrida e das de alegria vencida, como nós. Será que alguém fotografará o nosso fim?
Faz-me impressão ver um barco partido, ou o que resta de um barco. Da mesma forma me faz impressão ver uma casa esventrada, a ser derrubada.
Parece que houve vidas que terminaram ali...
Um abraço
Gosto do teu olhar destes ângulos imperfeitos porqeu relatam vidas que vão acabando... mas só por isso. Tudo o resto é perfeito!
beijinhos
talvez tivessem preferido perder-se para sempre no mar!
jazem em terra... firme e seca!
um beijo, joão
sempre que vejo barcos assim, doi-me pelo seu fim. sofia
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